
Há muito tempo atrás, eu tinha uma amiga que me chamava corujinha. Tudo por culpa das minhas olheiras genético/atópicas que sempre dão uma piorada em períodos específicos como o pós plantão. Apesar de não cultivá-las com carinho, sempre se pode suavizar as coisas com poesia.
“Que mesmo como coruja era – mas da orelhuda,
mais mor, de tristes gargalhadas;porque a suindara é tão linda,
nela tudo é cor que nem tem comparação nenhuma,
por cima de riscas sedas de brancura.”
Texto: Guimarães Rosa
Imagem: Adolie Day
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