sábado, 11 de fevereiro de 2012

Franco Maranhense


Na minha cadernetinha do Colégio Franco Maranhense, havia na última página, uma poesia que gravei e nunca esqueci. É uma das poucas que sei recitar aos quatro cantos, assim como algumas aulas de inglês do CCAA:

Se um dia, já homem feito e realizado
Sentires que a terra cede a teus pés
Que tuas obras desmoronam
Que não há ninguém à tua volta para te estender a mão
Esquece a tua maturidade
Passa pela tua mocidade
Volta à tua infância e balbucia, entre lágrimas e esperanças, as últimas palavras que sempre te restarão na alma: minha mãe, meu pai.

Texto: Rui Barbosa
Imagem: Arquivo pessoal

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